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18 de ago de 2012

A Alemanha ao serviço do Império dos EUA



A Alemanha está a ser usada pela alta finança globalista para destruir a Europa.
A Alemanha não tem pingo de soberania desde o fim da segunda guerra mundial, e a prova final que a Alemanha não passa de um peão, um Estado pária a cumprir ordens da alta finança e sem qualquer tipo de soberania desde 1945 vem do próprio Wolfgang Schaube, o ministro das finanças alemão que o admitiu numa conferencia bancária no mês passado, com todas as letras. No vídeo abaixo.


Não é todos os dias que um antigo chefe do Serviço de Segurança do Ministério da Defesa alemão revela informação acerca das correias que atam o regime político da República Federal da Alemanha (RFA). O livro de Gerd-Helmut Komossa, intitulado "A carta alemã". O jogo obscuro dos serviços secretos é uma verdadeira raridade. Ao focar as questões mais penosas para os alemães, o autor apela às profundezas da sua auto-consciência nacional, ignoradas durante décadas pelos Estados Unidos e seus aliados ocidentais. mostra que a sociedade alemã não aprecia ser tratada como "o vassalo dos EUA" (expressão introduzida pelo antigo conselheiro de segurança nacional dos EUA Zbigniew Bzrezinsky para descrever a Europa pós-1945) e está pronta para perceber a verdade acerca da sua discriminação após a Segunda Guerra Mundial.


O pacto diz que os países aliados tem controle total sobre os mass media e as comunicações da Alemanha. Cada ministro dos Negócios Estrangeiros federal deve assinar o chamado "acto do chanceler" ("chancellor act") antes de tomar posse. As reservas ouro do país são tomadas pelos países aliados. Na verdade, todos o ministros alemães dos Negócios Estrangeiros, incluindo a actual, Angela Merkel, efectuou em Washington as suas primeiras visitas ao estrangeiro. A administração estado-unidense continua a imiscuir-se nos assuntos internos da Alemanha. Todos os partidos políticos na RFA estão sob controle estadounidense, e a chamada imprensa "licenciada" na Alemanha, acabou por ter um mesmo fim, mas ainda mais enviesado de lavagem cerebral do que costumava ter sob o regime nazi. Os territórios da RFA permanecem sob ocupação dos EUA. Tudo isto podia ser tratado como uma ficção imaginativa de alguém se nada soubéssemos acerca do autor do livro.


É preciso ler "A carta alemã" para entender como aconteceu que aos alemães fosse permitido ter o seu exército nacional. Sob o pacto acima mencionado, à Alemanha foi concedida suficiente soberania para formar o exército em 1955. Segundo a Constituição, a Bundeswehr ("força de defesa federal", em alemão) trata apenas assuntos de defesa nacional. Contudo, os aliados ocidentais, liderados pelos EUA, perseguiam objectivos absolutamente diferentes. Queriam aumentar o número de tropas pelo recrutamento de soldados alemães, a quem dariam novo uniforme sem sinais de pertença a qualquer nação. Eles sabiam quão perfeitamente os alemães combateram durante a II guerra e queriam utilizá-los para a expansão global em grande escala. Os aliados gostariam de ter 500 mil soldados alemães. Também se esperava de Berlim que comprasse armamento e equipamento aos Estados Unidos.


Ao longo dos últimos 20 anos, a administração americana tem estado a tentar arduamente envolver a Alemanha nos seus projectos globais por todo o mundo. Mas todas as suas tentativas para pressionar Berlim em relação à Somália, Bósnia, Sérvia, Afeganistão e Iraque tiveram efeito contrário e provocaram o surgimento de novas abordagens em círculos políticos e públicos na Alemanha. O ressentimento encoberto em relação à política dos EUA atingiu um ponto crítico. Berlim e Washington têm visões polares do papel e do lugar da nação alemã no mundo moderno.

Desde o princípio da década de 1990 muitos militares alemães mudaram a sua atitude em relação aos EUA e à NATO. A princípio, muitos oficiais alemães nada tinham contra os EUA e fizeram o seu serviço militar além mar, mas hoje a maior parte deles sente-se desapontada com a política de Washington. Eles vêem que a hegemonia americana conduz à destruição do sistema económico e social de Estados separados e de todas as macro-regiões, ao passo que a "ordem americana" não é nada senão outro nome para o caos...

fonte:http://resistir.info/alemanha/german_card.html